Bahia: Jovem de 24 anos mata homem a facadas para se livrar de estupro

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Um homem que tentou estuprar uma jovem de 24 anos foi morto a golpes de faca desferidos pela vítima, que tentava se desvencilhar do agressor durante ataque na cidade de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. Segundo informações da Polícia Militar, o crime ocorreu na tarde de sábado (20), no bairro de Itinga.

Policiais militares chegaram a socorrer o homem de 56 anos, que foi levado para o Hospital Menandro de Farias, mas não resistiu aos ferimentos. A PM detalha que a jovem reagiu no momento em que o criminoso tentou manter relações sexuais a força com ela. Ainda de acordo com a Polícia Militar, a vítima foi detida e encaminhada para a 27ª Delegacia Territorial.


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Opinião: A falta de acessibilidade em Vitória da Conquista

Por Ivan Cordeiro – Amigos de Conquista

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Pessoas com deficiência ou dificuldades de locomoção ainda encontram diversos obstáculos quando precisam realizar algum tipo de deslocamento em Vitória da Conquista. A começar pela maioria das calçadas que possui pouca ou quase nenhuma acessibilidade. Existem até mesmo órgãos públicos, como a Secretaria Municipal de Saúde, que possui acesso complicado para os deficientes.

A Administração Pública além de cobrar precisa também dar o exemplo e construir calçadas acessíveis em todos os prédios que prestam atendimento ao público. Garantir a igualdade de oportunidades a todos os conquistenses, com atenção especial para os deficientes, deve ser uma bandeira de todo agente político. Conquista precisa se organizar melhor e implementar políticas públicas efetivas de promoção dos direitos das pessoas com deficiência.

O Brasil ganhou recentemente um prêmio internacional de boas práticas na promoção destes direitos. Atualmente, 45,6 milhões de pessoas declaram possuir algum tipo de deficiência, segundo o Censo IBGE /2010. O Plano Viver sem Limite do Governo Federal defende que a convenção aconteça na vida das pessoas, por meio da articulação de políticas governamentais de acesso à educação, inclusão social, atenção à saúde e acessibilidade.

Precisamos pensar, por exemplo, na permanência escolar de alunos com deficiência. Não podemos permitir que crianças deixem de frequentar a sala de aula por conta de alguma dificuldade de acessibilidade. Enfim, o debate é amplo e todos nós devemos participar da construção de uma cidade cada vez mais inclusiva.


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