Tragédia nesse fim de semana!

Um helicóptero caiu no início da noite desta sexta-feira (5) no Jaraguá, na zona norte da capital paulista.

Segundo a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, a aeronave tinha capacidade para oito pessoas (contando com o piloto), mas não confirmaram quantas estavam a bordo. O informado é que duas pessoas morreram no acidente.

A reportagem apurou que o helicóptero é um bimotor modelo Agusta A109-E, prefixo PP-JMA, da Majam Participações Ltda. Ele teria saído do aeroporto de Congonhas, mas o destino não foi divulgado.

Em um primeiro momento o Corpo de Bombeiros havia informado que a aeronave caiu por volta das 18h10 na altura do número 2.000 da avenida Fernando Mendes de Almeida, no Parque Taipas. No entanto, pouco depois a corporação retificou o endereço para a rua José Lopes, nas proximidades de uma chácara e de uma torre de transmissão elétrica.

O ponto fica às margens do Parque Estadual da Cantareira. Para chegar ao local, os oficiais tiveram de seguir a pé pela mata. Ao todo, seis viaturas dos bombeiros estão no atendimento.

Segundo a PM, uma testemunha ouviu um barulho e viu quando o helicóptero caiu.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o atendimento foi finalizado por volta das 21h15. No local ficou apenas uma viatura para fazer a limpeza da área da queda, além do policiamento.

Em nota à reportagem, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), foram acionados para iniciar a investigação do acidente.
“Na ação inicial são utilizadas técnicas específicas, conduzidas por pessoal qualificado e credenciado que realiza a coleta e confirmação de dados, a preservação de indícios, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave, e o levantamento de outras informações necessárias ao processo de investigação”, disse a FAB.
A nota informou que não há um prazo para o fim da investigação, uma vez que depende da “complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes”.



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