Em Conquista, Flávio José fala sobre axé e sertanejo no São João: ‘Tem espaço pra todo mundo’

Antes de começar o seu show na segunda noite do Forró Pé de Serra do Periperi, que aconteceu ontem (quinta-feira), o cantor e sanfoneiro Flávio José concedeu entrevista para a imprensa. Questionado pela nossa reportagem sobre a participação de muitas bandas de axé duplas sertanejas em diversos festejos juninos do interior baiano, o sanfoneiro preferiu … Leia Mais


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Conquista: delegados dão detalhes da operação que desarticulou quadrilha comandada por ‘Pezão’; 10 ainda estão foragidos

Na noite da última sexta-feira (06), na cidade de Porto Seguro, a Polícia Civil de Vitória da Conquista conseguiu localizar em uma residência Bruno Camilo, mais conhecido como ‘Pezão’, um dos principais acusados de tráfico de drogas na região Sudoeste. A equipe da polícia foi recebida a tiros e, durante a troca de disparos, ‘Pezão’ veio … Leia Mais


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Em Conquista, pré-candidato Eduardo Campos critica Dilma e diz que relação com Aécio tem ‘alguns’ pensamentos diferentes

Antes de participar de um evento com estudantes da Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR), o pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Campos (PSB), concedeu uma entrevista coletiva para a imprensa da região. O socialista teceu críticas a sua ex-aliada, a presidente Dilma Rousseff. O ex-governador de Pernambuco disse que a petista ‘frustrou o Brasil’ e … Leia Mais


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Reeleito para comandar a Uesb, Paulo Roberto fala dos desafios e o que precisa melhorar

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Na madrugada desta quinta-feira (08) foi confirmada a reeleição do atual reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Paulo Roberto, que continuará comandando nos próximos quatro anos a principal instituição de ensino superior da região. Agora o professor terá como vice o docente Fábio Félix.

Logo após a confirmação da sua reeleição, o professor Paulo Roberto concedeu uma entrevista a nossa reportagem. Na oportunidade, ele fez um balanço da sua gestão, destacou os desafios que terá pela frente e revela o que precisa melhorar para os próximos 4 anos.

Ouça a entrevista na íntegra:


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Em entrevista, Bell Marques fala da expectativa em se apresentar em Conquista nos 10 anos do Massicas Indoor

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Um das grandes atrações do Massicas Indoor 10 Anos, Bell Marques está cheio de motivação em sua nova trajetória, agora como artista solo. Em entrevista concedida ao site Massicas, o cantor conta sobre sua carreira, sobre o CD “Vumbora” e ainda revela o que os conquistenses podem esperar do seu show no Massicas Indoor, que acontece dia 10 de maio. Confira:

Massicas: Bell, após 33 anos no comando do Chiclete, você decide enfrentar um novo desafio que é a carreira solo. Como foi tomar essa decisão?

Bell Marques: Não foi uma decisão fácil, mas necessária. Na vida, já passei por muitos desafios e são eles que nos mantêm seguindo em frente! Sempre gostei de desafios e esse é mais um deles. O artista precisa sentir o frio na barriga antes de subir no palco, aquela ansiedade normal antes de qualquer show, e isso não estava acontecendo mais comigo no Chiclete. Eu precisava sacudir as coisas um pouco.

Como o público têm recebido o novo projeto?

Felizmente, muito bem! Tenho me surpreendido em cada lugar que passo. Estou muito feliz com meus novos passos, com minha nova banda e isso tem refletido para o público, sem dúvida. Os fãs têm elogiado muito minha big band, todo mundo tem achado a sonoridade muito interessante e é o que eu queria.

Bell, uma novidade sensacional da sua nova trajetória é a companhia da Big Band. Como surgiu essa parceria e como é ter essa verdadeira orquestra ao seu lado?

Extremamente motivador. São todos artistas jovens, muitos deles que tocavam em orquestras realmente, então, tem sido uma experiência interessante pra todos nós. Pra mim, enquanto artista, que gosta de inventar história, poder contar com uma super banda, com novos instrumentos, é maravilhoso. O leque de opções, de sons que podemos criar, é maravilhoso!

E o álbum “Vumbora?!” foi difícil de montar? Como foi o processo de trabalhar num álbum que pudesse traduzir em canções esse novo momento de sua vida?

Foi bem cansativo, mas muito prazeroso. Não diria difícil. Ali está minha essência, que o público já conhece. O que vem de novidade é a banda poderosa por trás, com um som mais complexo. Eu continuo sendo Bell Marques, com meu jeito e com minha guitarra forte.

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Eleições 2014: Jânio Freitas acredita nas vitórias de Zé Raimundo, Fabrício, Herzem, Cori e Waldenor

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O comunicador conquistense Jânio Freitas é conhecido pelos seus tradicionais pitacos políticos quando o assunto são as eleições na maior cidade do Sudoeste baiano.

Em um bate papo com a nossa reportagem na noite de hoje (quarta-feira) Jânio fez um panorama sobre a expectativa para as eleições de 2014 em Conquista.

Segundo Jânio os atuais deputados estaduais José Raimundo Fontes (PT) e Jean Fabrício (PC do B) já podem ‘comprar o paletó’ para a reeleição. Junto a eles o comunicador ainda inclui o deputado federal Waldenor Pereira (PT).

“São nomes que souberam consolidar os seus respectivos mandatos e acredito que serão reeleitos”.

Outros dois pré-candidatos de Conquista a deputado estadual, o jornalista Herzem Gusmão (PMDB) e o vereador Coriolano Moraes (PT), também foram lembrados por Jânio.

“No chapão da oposição acredito que Herzem tem chances. Tendo cerca de 30 mil votos na cidade e buscando 10 mil votos fora ele poderá assegurar uma cadeira na Assembleia Legislativa. Já Cori tem o apoio do Prefeito Guilherme Menezes, vários vereadores e secretários municipais e também está no páreo”, finalizou Jânio.


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Delegados detalham como os homens agiram no assassinato do proprietário da Frimar

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Na manhã de hoje (quarta-feira) o Coordenador Regional da Polícia Civil de Vitória da Conquista, Marcos Vinícius, além do Delegado Titular de Repressão a Furtos e Roubos da cidade, Ney Brito Lima, concederam entrevista coletiva no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) para dar detalhes da operação que resultou na prisão de três acusados de participarem do assassinato do empresário Alberto Medeiros, proprietário da peixaria Frimar. O crime aconteceu na última semana.

Segundo o delegado Ney Lima os acusados se reuniram e planejaram, em virtude da greve da polícia, realizarem vários assaltos na cidade.

“O crime específico da morte do empresário não foi arquitetado de forma especial. Eles estavam passando na rua no momento em que o proprietário da peixaria entrou no depósito da sua empresa, localizada no Bairro Alegria. Os cinco acusados, que estavam em um veículo que também apreendido pela nossa operação, anunciaram o assalto. Infelizmente o empresário reagiu e foi baleado com quatro tiros. Foi roubado dele uma quantia superior a pouco mais de R$3 mil”, explica.

Segundo a polícia foram presos três dos cinco que participaram do crime: William Oliveira, 28 anos, Francisco Almeida Lemos, 21 anos, e Milas Oliveira, Macedo, 28.

“A polícia ainda está a procura de mais dois envolvidos, que no momento se encontram foragidos”, disse o delegado Marcos Vinícius.


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Eleição para reitor da Uesb: candidatos avaliam campanha

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Terminou hoje (segunda-feira) a campanha da eleição para reitor e vice da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Momentos antes do debate, realizado nesta noite no campus de Vitória da Conquista, a nossa reportagem ouviu os três candidatos que fizeram um balanço da campanha e expectativa para o pleito.

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Paulo Cairo – Chapa 1:

“Essa campanha tem um diferencial com relação as anteriores, porque foi tratada por todas as candidaturas com o objetivo de debater ideias, concepções e pontos de vista. Todos os candidatos demonstraram respeito muito boa. Isso contribuiu para o debate. Foi uma oportunidade, no nosso caso, de apresentar as nossas ideias sobre a crise que a Universidade atravessa do ponto de vista da insuficiência de recursos oriundos do Estado, quanto também pela ineficiência da gestão atual em administrar os poucos recursos. Apresentamos soluções, com novas políticas para a instituição, como acessibilidade, inclusão social, dentre outras”.

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Itamar Aguiar – Chapa 2:

“A campanha correu com muita tranquilidade, nós temos nos portado como deve se colocar um reitor. Fomos muito bem recebidos, principalmente em Jequié e Itapetinga, onde normalmente a comunidade universitária nos conhece menos. Até agora as coisas estão em plena normalidade, acredito que nossa campanha foi muito bem aceita, participamos de um debate de forma tranquila, discutindo e apresentando composições propositivas para compreender melhor a nossa instituição, detectando os problemas e solução. Caso sejamos eleitos, vamos procurar debater junto a alunos, servidores e professores no intuito de resolver as questões. Nessa reta final agradeço à todos dos três campi e desejar que venham todos às urnas, votando livremente, com a sua consciência, desejo e vontades. Agradeço também ao Blog do Rodrigo Ferraz pela cobertura das eleições”.

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Paulo Roberto – Chapa 3:

“A campanha foi muito boa, uma oportunidade que tivemos de discutir a nossa Universidade nos três segmentos: docentes, discentes e servidores. Percorremos os três campi da instituição e pudemos fazer uma avaliação da nossa gestão, aquilo que nós fizemos, que foi uma construção coletiva. Também pudemos conhecer as demandas dos três segmentos da instituição e poder propor um plano de gestão para o período 2014-2018. Estamos satisfeitos e orgulhosos de ter participado desse debate sobre a nossa Uesb, sobre o papel dela na comunidade regional, no desenvolvimento regional e formação das pessoas. Acreditamos que a Uesb tem papel fundamental para a economia da região e a cada dia que passa, com a chegada de mais cursos de graduação, pós-graduação, especializações, mestrados e doutorados, tem trazido ainda mais desenvolvimento e conhecimento dentro da instituição”.


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50 anos do Golpe Militar: entrevista com o historiador e advogado Ruy Medeiros

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Na última semana foi lembrado o aniversário de 50 anos do Golpe Militar, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região conversou com o advogado e historiador Ruy Medeiros sobre os principais fatos ligados ao período, e também sobre sua experiência como militante durante o regime. Confira a entrevista que o Blog do Rodrigo Ferraz reproduz abaixo:

01 – Como a ditadura militar influenciou a atual conjuntura política brasileira?

Quando se fala na influência na atual conjuntura, nós devemos examinar, sobretudo, a herança que o regime militar deixou para o Brasil quando ele foi suplantado. Que herança foi essa? Ele nos deixou com uma economia fortemente desnacionalizada, uma inflação elevadíssima, maior do que a que estava no governo João Goulart; um endividamento externo enorme; e uma sociedade em que os direitos sociais como a saúde não existiam.

Não conseguiram manter um sistema de saúde tão expansivo quanto o sistema atual, ao contrário disso, relegavam o direito à saúde expressamente para aqueles que tinham carteira assinada e o cartão do chamado Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), enquanto o restante da população era tratada como se fosse mendiga do ponto de vista da saúde.

A educação presenciou uma transformação natural do ensino, com um padrão e diretrizes educacionais que não tinham assim um caráter popular e democrático. Durante a época da ditadura houve os ensaios de uma politica de alfabetização, principalmente da alfabetização de adultos pelo MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alfabetização), em que as pessoas eram alfabetizadas e pouco tempo depois não sabiam operar os instrumentos que adquiriram, como s instrumentos de leitura, saber somar, dividir, multiplicar, etc.. Então, o ensino superior era bastante modelado por ideias apenas tecnocráticas.

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Revista Gambiarra entrevista Pablo em Vitória da Conquista: “Arrocha é nada mais, nada menos que uma linha romântica que fala de amor”

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Por A.J. Oliveira e Rafael Flores – Revista Gambiarra
Fotos: Rafael Flores

Há aproximadamente 15 anos em Candeias, no interior da Bahia e longe da indústria do Axé, um movimento musical com forte apelo popular  começava a criar forças. Era uma derivação das serestas, denominação utilizada para identificar as músicas românticas que faziam sucesso nas rodas de violão, botecos e puteiros nordeste afora.

O ritmo simples foi invadindo as festas e consequentemente as rádios da região nordeste. Conterrâneo, Pablo foi o responsável por batizar o movimento de “Arrocha”, expressão que o cantor costumava utilizar ainda na sua adolescência, quando fazia parte da banda “Asas Livres”.

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Hoje, Pablo e consequentemente o Arrocha caminham ao lado da Axé Music, ocupando espaço em um das maiores gravadoras e distribuidoras do país. Não é só mais um tecladinho que o acompanha, uma banda bem montada e equilibrada com um forte apelo aos metais e guitarras ajudam Pablo a mostrar suas composições mela-cueca.

Na festa de reveillon de 2013/2014, o cantor integrou a programação oficial da cidade de Salvador ao lado de nomes que há algum tempo lideram as vendas e as referências midiáticas à música baiana, como Ivete Sangalo, Claudia Leitte e Caetano Veloso. A ExpoRastaShow 2014 em Vitória da Conquista mostrou que compreende esta lógica e apostou no nome de Pablo para compor seu line-up junto de atrações grandes como Psirico e Aviões do Forró.

Em breve conversa nos bastidores da festa, Pablo nos contou o quanto se sente responsável pela ascensão midiática do arrocha e explica a diversificação do público a partir disso.

Rafael: Qual é a responsabilidade que você se coloca em ter sido a linha de frente do Arrocha?

Pablo: Bom, como qualquer gênero musical, ou como qualquer trabalho que as pessoas começam de baixo, começam do zero, enfrentam muita dificuldade, né? Então eu me vejo um vencedor, porque a gente batalhou bastante para chegar e levar o nome do Arrocha a um nível de quantidade que tá hoje. Então eu me sinto muito feliz por ter essa chave de responsabilidade de levar o nome do Arrocha pro Brasil inteiro.

Hoje a gente conseguiu quebrar todos os preconceitos da classe A, que criticava o Arrocha e hoje eles têm um conceito totalmente diferente do que tinham 15 anos antes – diziam que o Arrocha era passageiro e que era um estilo de baixo nível. Então eles se deram conta de que o Arrocha é nada mais, nada menos que uma linha romântica que fala de amor, é uma festa em que você chega e não vê uma confusão, não vê uma briga. Você vê pessoas cantando, se emocionando, enfim… Eu sou muito feliz por ser um precursor desse gênero musical que é o Arrocha.

A.J.: O que muda para um artista para você fazendo parte de uma gravadora do porte da Som Livre?

Pablo: A Som Livre veio num momento muito bacana da carreira do Pablo. A partir do momento em que eu parti para a carreira solo a Som Livre fez esse convite para a gente, nós aceitamos, mas a Som Livre tem um selo muito bacana a nível nacional, foi e está sendo um presente para mim ser um produto da gravadora Som Livre.

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Foto: Rafael Flores

A.J: Isso então acaba por diversificar um pouco o público, não?

Olha, a gente tem um público hoje muito amplo. É uma diversidade imensa, hoje a classe A, a classe média,  idosos, de adolescentes, de crianças, enfim, nosso público hoje é uma mistura que a gente não tem como definir, mas é muito grande.

A.J.: Que acontecimentos/momentos você enxerga como os mais cruciais para que você deixasse de ser uma artista de alcance regional para alguém de sucesso nacional?

Pablo: Bom, já faz algum tempo que a gente tem levado o Arrocha a outros mercados. Há mais de 5, 10 anos que a gente tem… Logo no Asas Livres a gente já fazia Maranhão, já fazia São Paulo… Agora o Arrocha veio com mais positividade, veio com mais força de três a quatro anos pra cá, eu parti para fazer carreira solo, a gente tem tido uns parceiros que têm um trabalho com um potencial muito grande no mercado e têm levado a marca do Pablo, têm levado a carreira do Pablo a outros mercados também, a gente tem feito Rio de Janeiro, Brasília, Manaus e em todos os lugares onde a gente chega, graças a Deus a gente é bem aceito e, enfim, o Arrocha tá aí para somar no mercado e graças a Deus está dando certo.


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Eleição para reitor: TV Uesb e Uesb FM entrevistam os candidatos Itamar e Cândido

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Nesta sexta-feira (04) a TV Uesb e Uesb FM finalizaram uma série de entrevistas com os candidatos a reitor e vice da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

Na TV apenas o candidato a reitor concede entrevista. O jornalista Anselmo Vieira questionou o professor Itamar Aguiar sobre  projetos para alunos, professores e servidores da instituição. O candidato teve 5 minutos para responder as três perguntas que serão direcionadas a todos os candidatos.

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Na Uesb FM o candidato a reitor, Itamar Aguiar, foi sabatinado junto com o vice, Cândido Requião, pelos jornalistas Júnior Patente e Bia Brito.

Na oportunidade ambos puderam expor as principais propostas da chapa, intitulada ‘Autonomia e Ação’.

A eleição para reitor e vice da Uesb acontece no dia 16 de abril (quarta-feira).


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Polentinha do Arrocha: ‘Criamos um novo segmento musical’

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Por A.J. Oliveira – Revista Gambiarra
Fotos: Rafael Flores – Revista Gambiarra
http://revistagambiarra.com.br/site/

Tem bastante sentido comparar o Polentinha do Arrocha aos Mamonas Assassinas. Calma, puristas: melodicamente, as duas bandas realmente não têm nada a ver. Mas assim como a trupe liderada pelo vocalista Dinho, os cinco rapazes de Vitória da Conquista não se valem só da música para conquistar o público. É só assistir ao clipe de “Poderosa” ou ao de “Inhê Inhê Inhê Chororô” para entender porque o Polentinha atrai a atenção até de quem nunca foi muito fã de arrocha.

Pouco antes da sua apresentação na Expo Rasta Show 2014, no último semana, a banda se encontrou com a equipe da Revista Gambiarra. O vocalista Patrick Oliver falou das origens do Polentinha, do sucesso atual e dos planos para o futuro. Confira:

A.J.: Vocês sentem que mudou alguma coisa no cenário cultural da cidade depois do sucesso do Polentinha?

Patrick: A gente criou um novo ritmo, um novo segmento musical juntando o arrocha com o funk ostentação, junto com o brega, que Miro também mesclou nessa parada. Casamos isso aí e criamos um novo segmento. Graças a Deus o povo abraçou, então acho que a gente mudou um pouco o cenário musical daqui da cidade, que curtia muito o forró, como o sertanejo universitário, e agora curte o arrocha arrochadeira, que é o estilo da Polentinha.

A.J.: Vocês acreditam que têm influenciado novas bandas?

Patrick: Rapaz, até pelas cópias, são 17 cópias da Polentinha aí, então é uma influência muito grande. Porém, a arrochadeira já tem muito tempo de estrada, com Dan Ventura, que é o pai da arrochadeira, veio aí o segmento do Kuarto de Empregada. E a Polentinha veio para somar e acrescentar mais ainda nesse cenário musical.

A.J.: A música de vocês tem tido um alcance muito grande em meio a todo tipo de público – até as crianças. Sabendo disso, há uma preocupação maior com a postura de vocês no palco, as letras e esse tipo de coisa?

Patrick: Essa parte da animação é mais pelo meu parceiro Mirosmar, que tem mais assim, um tino. Não que eu não seja, mas ele é um cara mais comédia, que transmite essa alegria para as crianças. Acho que o Mirosmar pode explicar isso melhor.

Mirosmar: É, eu sou um pouquinho mais cômico. Ave Maria, quem não me vê? Não tem como não me ver! Não tem como com essa roupa!

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Foto: Rafael Flores

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Entrada franca na Expoconquista: ‘Não conversamos sobre isso’, diz novo presidente da Coopmac

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Uma onda de notícias surgiu na Expoconquista 2014 sobre a possibilidade de, ano próximo ano, não ser cobrado o acesso ao Parque de Exposições Teopompo de Almeida durante a festa.

Logo quando tomou posse, na tarde de ontem (segunda-feira), o novo presidente da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (Coopmac), Jaymilton Gusmão Filho, comentou sobre o assunto.

“Em nenhum momento a nova diretoria comentou sobre isso. Só garantimos que a Expoconquista 2015 será uma festa maior. Pontuamos alguns pontos positivos e negativos e que no decorrer do ano serão discutidos. Pretendemos envolver mais a cidade, o setor agropecuário, que anda um pouco distante da festa. Temos que fortalecer a parte animal, que é o momento do homem do campo, ampliando a Exposição. O momento é de avaliar e o que for bom fica e o que consideramos ruim não se repetirá”, disse o novo presidente.


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Jaymiltinho assume presidência da Coopmac na segunda-feira: ‘Vamos dar um choque de gestão’

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Eleito presidente da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (Coopmac) no último dia 07 de março, o pecuarista Jaymilton Gusmão Filho, mais conhecido como Jaymiltinho, assume o comando da entidade na próxima segunda-feira (31), com um evento marcado para acontecer às 17h.

Jaymiltinho vai ocupar a cadeira deixada pelo professor Claudionor Dutra, que sai da presidência da Coopmac após 11 anos.

Em entrevista concedida a nossa reportagem na noite de ontem (terça-feira), no Parque de Exposições Teopompo de Almeida, Jaymiltinho fala sobre os projetos da nova diretoria, prometendo um ‘choque de gestão’. O novo presidente ainda revela ser contra a venda do Parque e falou dos projetos que tem para a Cooperativa nessa próxima gestão de três anos.

Ouça a entrevista na íntegra:


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